terça-feira, 12 de julho de 2016

Sobre quem eu fui, quem eu sou, e quem eu ainda vou ser

Muitas pessoas envergonham-se, querem esquecer e/ou esconder o seu passado.  Estão erradas, e muito. Eu, bem sei que se nada do que eu vivi, dos erros que cometi e as coisas pelas quais sofri tivesse acontecido, eu não seria quem sou hoje.
Por isso eu me orgulho sim, de ter saído muito, ter bebido demais em alguns momentos e de menos em outros, ter beijado quem não devia, ter ligado pra quem não podia, ter chorado por quem não merecia, ter tido romances de uma noite só,   discutido quando já não adiantava, ter brigado com quem não merecia, de ter ficado contra meu próprio pai e ter defendido com unhas e dentes o que eu acreditava. Se a Andressa de hoje encontrasse a Andressa do passado a única coisa que eu poderia dizer foi: valeu a pena, valeu as lágrimas, as brigas, as festas, as amizades, as diversões. Hoje eu já não sou tão divertida, já nem saio tanto, tampouco conheço tantas pessoas novas; mas eu já fiz tudo isso e fiz e refiz tanta coisa legal e tanta merda que até equilibrou!
Hoje eu sou mais centrada, graças à tantas às vezes em que eu perdi o controle lá atrás, graças à tudo o que eu aprendi pelas coisas que vi e pelas pessoas que convivi hoje eu sei o que fazer para chegar ao objetivo final e ser quem eu quero ser, e mudar quantas vezes for necessário para sempre ser quem eu sou, assim, inconstante.

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